março 21, 2006

l'embrasse.doux

E se confiam em nós, com uma persistência fervorosa numa crença desmedida em potencial nosso. A grande questão de não ser valorizada num instante exclama quanta sorte, quanta dávida! Criativamente o nosso cérebro inunda-se de outros medos, o da não correspondência com expectativas tão raras, sobretudo quando não existem laços de sangue usurpadores da liberdade. A elevação do nosso valor, tão raramente concedida, quando vem é ruborizante. Talvez porque não esperada, por mais que desejada tenha sido, em noites cinzentas e pardas. O tédio aniquilado assim, com o tamanho desafio.
Novo começo, metamorfose de princípios e de prioridades. Grande investimento, uma mais valia com suporte. Intuição estimulada, sai da gaveta. E acreditam em mim. Eu acredito no desafio. E acredito em mim.

3 comentários:

hl disse...

É tão importante a confiança, sentir a dos outros mas, acima de tudo acreditarmos em nós próprios, sem essa confiança estagnamos, não crescemos, não evoluimos, não seguimos o nosso caminho natural, ficamos sempre escondidos no casulo, vulneráveis á pressão, ao medo de falhar, sem poder atingir a felicidade, a realização.
Confiar, acreditar é bom, sabe bem e é essencial.

marta disse...

Fico sempre impressionada com os teus posts, são absolutamente brilhantes, acredita :)

hl disse...

Já pensaste em escrever um livro qinzedias?
Tens muito talento na minha opinião