julho 31, 2006


my.dancing.addiction. Posted by Picasa

julho 25, 2006

becoming.feminine.

No outro dia, sentei-me no paredão. Onde tantas vezes com tranças sonhei ser mulher, crescimento que só queria que acontecesse, a todo o custo, a todo o gás.
Muita coisa não esperava, mas olhando para trás tanta coisa que conheci, tantas malas exploratórias que fiz, pessoas que olhei por dentro, aviões que me levantaram. Buscas incessantes de estímulos, de crescimento, de relativizações.
Ilusões, desilusões, emoções, sentimentos. Amadurecimento.
E concluí que me tornei na mulher que sonhei naquela altura, com alguns remendos perspectivados, mas materializei os atributos que ambicionei.

dazzling.cupid.remake

Agora sei que nada é por acaso.
Acaso serei eu ilusionista de sentidos escondidos em lençóis que não se usaram, nem transpiraram emoções sublimadas. Lembro-me do que senti, tal como um balão que se esvazia de sonhos, expectativas comestíveis, chiando de tristeza e frustração.
E vejo-te agora a declamar-me passados sentidos, e rebuscando ordens implícitas a um reencontro, que deixou de fazer sentido, pelo menos o explosivo que teria sido.
Depois do verão, tecíamo-nos numa história só nossa. Enroscávamo-nos em beijos toscos e perdidos.
Mas adiou-se a história, e a aventura dos sentidos, de te ter em mim, de te espreitar o centro do peito. Rebuscar o sentido da tua alma se ter compatibilizado com a minha, num momento único. Em que pela primeira vez a intimidade me fez fugir.

julho 14, 2006

he.believes.in.beauty

Não queria ficar sem espreitar-te, sem iludir-me com um mito antigo.

Que temos, que alimentamos.

Inacabados estamos, mal aproveitadíssimos!

julho 05, 2006

don't-blame.something.else

Coerência desmedida, nesta fase. Numa recta final de esforço, e a alegria luminosa de sorrisos quentes. Agendado o prazer, a música dos sentidos, comprometimento comigo permanece. Com a minha felicidade.
E até acidentes não incomodam, porque as ferramentas, conhecimento, amor e optimismo, abundam agora. Continuo a querer muito. Quererei sempre, parece-me. Esperando, com mãos nos bolsos e pastilha elástica mascada, que a ansiedade parasita deste querer-profundo-tudo diminua, confortando-me com pequenas vitórias.
Como energia que se espalha majestosamente, de dentro vem este bem-estar e bem-querer tudo e todos. E nada antigo já magoa. Purifico-me de novas compreensões, e numa aceitação de desventuras proveitosas que a vida implica.