julho 05, 2006

don't-blame.something.else

Coerência desmedida, nesta fase. Numa recta final de esforço, e a alegria luminosa de sorrisos quentes. Agendado o prazer, a música dos sentidos, comprometimento comigo permanece. Com a minha felicidade.
E até acidentes não incomodam, porque as ferramentas, conhecimento, amor e optimismo, abundam agora. Continuo a querer muito. Quererei sempre, parece-me. Esperando, com mãos nos bolsos e pastilha elástica mascada, que a ansiedade parasita deste querer-profundo-tudo diminua, confortando-me com pequenas vitórias.
Como energia que se espalha majestosamente, de dentro vem este bem-estar e bem-querer tudo e todos. E nada antigo já magoa. Purifico-me de novas compreensões, e numa aceitação de desventuras proveitosas que a vida implica.

1 comentário:

hl disse...

Acredito que tens a atitude correcta, o passado é aprendizagem e não para ficarmos presos a mágoas passadas, é evolução e devemos aproveitar, positivismo, Esperança, Fé e Amor, sim são as ferramentas para construir felicidade, que os objectivos sejam pequenos passos e não a procura dum grande salto repentino onde tudo pode cair, onde o retrocesso doloroso pode chegar.
A Vida é feita de momentos e pequenos passos que vão construindo um todo, em que esse todo é superior à soma das partes:)
Há uma frase cujo autor eu não me recordo quem disse: a mais longa das viagens começa sempre com um pequeno passo.
Creio que é algo assim, e é o caminho como eu acredito, aos poucos, deixar a vida fluir com confiança, coração aberto:)
Beijinhos:)